segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Huawei lança Ascend P2, "o smartphone mais rápido do mundo"
domingo, 24 de fevereiro de 2013, 17h25


A Huawei aproveitou o Mobile World Congress 2013 (MWC 2013) para promover o lançamento do que chama de "o smartphone mais rápido do mundo". Trata-se do Ascend P2, que já havia sido demonstrado em janeiro na CES, em Las Vegas. É um aparelho de 4,7 polegadas com processador quadcore de 1,5 GHz e compatível com LTECAT4, que alcança velocidade de download de até 150 Mbps. O P2 tem ainda 8,4 milímetros de espessura e é o mais fino com esse tamanho de tela com Corning Gorilla Glass e câmera de 13 MP. A versão do sistema operacional é o Android 4.1 e o aparelho tem ainda a interface de usuário Emotion UI 1.5, que permite personalização de cores de tela, formato de ícones, entre outros; bateria de 2420 mAh, NFC e ainda sistemas de controle de uso (QPC) e de recepção descontinuada automática (ADRX), que reduzem o consumo de bateria em 30% e o tempo de recarga em 25% comparado a outros smartphones.
Vale lembrar que ainda no começo de janeiro, durante a Consumer Eletronic Show (CES) em Las Vegas (EUA), a fabricante chinesa anunciou o "maior smartphone do mundo”, de 6,1 polegadas.
Orange
O Ascend P2 começará a ser vendido em junho, na França, onde a chinesa fechou parceria com a Orange, braço móvel da France Telecom. "Assinamos acordos para ter em primeira mão o iPhone e o Galaxy SIII na França e agora assinamos para ter o P2 em primeira mão também. Estamos ajudando a Huawei, que há é nossa parceira desde 2007, a construir sua marca", declarou o vice presidente sênior da área de Mobile Multimedia e Devices, Yves Maitre. Para o executivo francês, hoje no mercado de devices não há tantos competidores e é preciso trazer inovação para os clientes. "Sempre há um risco para o lançamento de novos produtos e serviços, mas como sabemos, os consumidores estão ficando cansados do duopólio. Por isso essa é a hora certa da parceria com a Huawei”, declarou Maitre.
Letícia Cordeiro, de Barcelona, a convite da Huawe

terça-feira, 8 de janeiro de 2013


 
 

Estudo: fibras em pães e cerais podem prevenir câncer de intestino

Ingestão de 90g diminuiria em 20% as chances de desenvolver a doença Foto: Getty Images
Ingestão de 90g diminuiria em 20% as chances de desenvolver a doença
Foto: Getty Images
Comer pão integral ou cereais integrais três vezes por dia reduz o risco de câncer de intestino em um quinto, de acordo com um estudo do Imperial College London e da Universidade de Leeds. No entanto, pesquisadores não encontraram evidências significativas de que comer mais legumes como feijões, ervilhas, lentilhas e amendoins, ou consumir uma grande quantidade de frutas e legumes, têm o mesmo efeito. As informações são do Daily Mail.
Segundo os pesquisadores, para cada aumento de 10g por dia na ingestão de fibras, houve uma queda de 10% no risco de câncer de intestino. Os especialistas sugeriram que desde os anos 1960 a fibra ajuda a função do intestino, protegendo as pessoas do câncer.
As últimas descobertas, com base numa análise de 25 estudos, mostraram que a adição de três porções (90g) de alimentos integrais a uma dieta diária trouxe uma redução de 20% no risco de câncer de intestino.
Os pesquisadores disseram que existem explicações "biologicamente plausíveis" para os benefícios das fibras alimentares, incluindo seu alto teor de ácido fólico e magnésio, ambos associados ao risco reduzido de câncer de intestino. A doença atinge 38.500 pessoas por ano no Reino Unido, e mata mais de 16 mil.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Nova técnica para tratar esquizofrenia usa células do próprio paciente

Pele é usada para ser 'convertida' em tecidos cerebrais.
Estudo foi publicado no site da revista 'Nature'.

Da France Presse
Um grupo de pesquisadores norte-americanos descobriu que as células epidérmicas podem se tornar poderosas ferramentas para tratar uma das mais enigmáticas doenças da mente, a esquizofrenia, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (13) pelo site da revista britânica "Nature".
Os cientistas coletaram amostras de células epidérmicas de pacientes esquizofrênicos e as fizeram "regredir" para um estado mais primitivo e versátil, no qual são chamadas de células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs, na sigla em inglês).
Uma vez convertidas nestas "páginas em branco", as células eram cultivadas quimicamente para se transformarem em células cerebrais. Assim, podiam ser estudadas e manipuladas para uma análise "individualizada" da esquizofrenia de cada paciente.
"Utilizando este método, podemos descobrir como um medicamento em particular vai afetar as células cerebrais deste paciente específico, tornando desnecessário que o paciente teste a droga e sofra os efeitos colaterais", explicou Gong Chen, especialista da Universidade Penn State, na Pensilvânia.
"O paciente pode ser sua própria cobaia para a definição de seu tratamento, sem precisar experimentar os medicamentos diretamente", acrescentou.
A esquizofrenia é um mal complexo, cujas causas são atribuídas tanto a fatores hereditários quanto ambientais. Sua principal característica são delírios paranóicos e alucinações com vozes. Calcula-se que cerca de 1% da população mundial seja afetada pela doença em maior ou menor grau.
Exames descobriram que neurônios cultivados em laboratório de pacientes esquizofrênicos criam menos conexões entre si em comparação a células cerebrais de indivíduos saudáveis. Os cientistas então aplicaram alguns dos medicamentos antipsicóticos mais usados atualmente no tratamento da esquizofrenia para observar se eles eram capazes de fazer com que o número de conexões aumentasse.
O único que gerou este efeito foi o Loxapine, embora seu uso tenha acarretado um efeito cascata inesperado sobre centenas de genes.
O uso das iPSCs em pesquisas médicas gera grande expectativa desde sua descoberta, em 2006. A ideia é usá-las como "piloto de testes" sem o peso do questionamento ético que normalmente acompanha o uso de células-tronco embrionárias.
Alguns cientistas, entretanto, indagam se as iPSCs são de fato uma fonte biológica confiável. Um estudo publicado pela própria Nature em fevereiro apontou que cadeias periféricas de seu código genético (conhecidas como epigenoma) apresentam alguns erros de reprogramação.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012


Em seu 17º ano, Árvore da Lagoa comemora “Todos os Natais do mundo”

Com espetáculo de O Mágico de Oz

DO R7
epresCenografia especial
De acordo com a organização a cenografia deste ano promete levar seus espectadores a uma viagem pelas quatro estações. Os jogos de luzes começarão no Outono. Uma base de lâmpadas em tons de verde, com detalhes de galhos de árvores, simulará a queda das folhas, comum a essa estação do ano.

Em seguida, a Árvore ganhará uma tonalidade totalmente branca, representando o Natal nos países que comemoram a data no Inverno. Nesse momento, um efeito simulará a neve caindo, com um incrível jogo de luzes.

A Primavera chegará por luzes amarelas, ganhando flores coloridas, em efeito 3D, como se fosse mesmo um jardim brotando. No Verão, época em que nós, brasileiros, celebramos a data, a Árvore ganhará tons de amarelo com brilho solar.

Bolas coloridas de diversos tamanhos darão vida à decoração natalina, quando a maior árvore de Natal flutuante do mundo ganha, pela primeira vez, uma base iluminada, r
entando uma toalha de mesa rendada como apoio.Um dos pontos turísticos mais visitados no Rio de Janeiro na época de Natal está de volta. A Árvore da Lagoa, que entra em sua 17ª edição, será inaugurada no dia 1º de dezembro às 20h, com um show gratuito. O tema deste ano é Todos os Natais do Mundo. De acordo com a organização, o objetivo é celebrar a magia e o romantismo típicos dos festejos natalinos. A árvore ficará em exposição na Lagoa, zona sul do Rio de Janeiro.
A árvore deste ano, mais uma vez, surpreende pelo tamanho e pela beleza. Ela pesa 542 toneladas e tem 85 metros, equivalente à de um edifício de 28 andares. Para fazer o efeito que encanta milhares de pessoas a árvore deste ano terá 3,1 milhões de microlâmpadas, 120 mil metros de mangueiras luminosas reproduzirão a cenografia e 2100 estrobos produzirão efeitos de estrelas. Esta estrutura faz da Árvore da Lagoa a maior árvore de Natal flutuante do mundo, certificada pelo Guinness Book of Records, o livro dos recordes.

A festa de inauguração contará com uma livre adaptação de “O Mágico de Oz”, um clássico infanto-juvenil que se transformou em superprodução musical. O evento contará com a presença da atriz e cantora Malu Rodrigues e do ator Luiz Carlos Miele, como Dorothy e o Mágico de Oz, que serão os mestres de cerimônia da noite.

Haverá telões espalhadas em pontos estratégicos da Lagoa. O evento também será transmitido ao vivo pelo site arvorenatalbradescoseguros.com.br

Cenografia especial
De acordo com a organização a cenografia deste ano promete levar seus espectadores a uma viagem pelas quatro estações. Os jogos de luzes começarão no Outono. Uma base de lâmpadas em tons de verde, com detalhes de galhos de árvores, simulará a queda das folhas, comum a essa estação do ano.

Em seguida, a Árvore ganhará uma tonalidade totalmente branca, representando o Natal nos países que comemoram a data no Inverno. Nesse momento, um efeito simulará a neve caindo, com um incrível jogo de luzes.

A Primavera chegará por luzes amarelas, ganhando flores coloridas, em efeito 3D, como se fosse mesmo um jardim brotando. No Verão, época em que nós, brasileiros, celebramos a data, a Árvore ganhará tons de amarelo com brilho solar.

Bolas coloridas de diversos tamanhos darão vida à decoração natalina, quando a maior árvore de Natal flutuante do mundo ganha, pela primeira vez, uma base iluminada, r
entando uma toalha de mesa rendada como apoio.



sexta-feira, 26 de outubro de 2012



Descoberta pode ajudar no desenvolvimento de tratamento personalizado.
Foco é aumentar sobrevida de pacientes; estudo foi publicado na 'Nature'.

Do G1, em São Paulo
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Um grupo de pesquisadores internacionais afirma ter mapeado o genoma do câncer de pâncreas e descoberto mutações que influenciam no tratamento da doença. Com isso, no futuro, será possível desenvolver tratamentos personalizados que darão uma sobrevida maior aos diagnosticados com este carcinoma.
Um estudo que durou cinco anos para sequenciar a estrutura do DNA de 99 tumores pancreáticos. Os pesquisadores identificaram mais de 2 mil mutações no gene KRAS, encontrado em 90% dos casos de câncer de pâncreas. No entanto, outras milhares de alterações foram detectadas em apenas 1% ou 2% dos tumores.
Segundo a investigação, publicada nesta quarta-feira (24) na revista científica “Nature”, as mutações de genes identificadas podem ser associadas a modificações em tratamentos da doença. Em alguns pacientes, houve aumento do tempo de vida.
A análise identificou 16 genes, sendo que oito apresentaram alterações ligadas ao câncer. No restante não foi comprovada qualquer relação com a doença. Algumas das novas mutações foram localizadas nos genes envolvidos na orientação dos axônios, que ajudam a regular processos como o desenvolvimento de órgãos e sua cura.

Um estudo adicionado à evidência sugeriu que se invista no desenvolvimento de tratamentos personalizados deste câncer, atendendo a necessidades distintas dos pacientes -- o que poderia uma sobrevida maior.
O câncer de pâncreas é a quarta principal causa de morte por neoplasia no mundo. Menos de 5% dos pacientes sobrevivem cinco anos após o diagnóstico, uma estatística que quase não se alterou em 50 anos.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012



Especialistas deram dicas do que comer sem culpa para não ganhar peso.
Vegetais e folhas são certos e receitas podem deixá-los mais saborosos.

Do G1, em São Paulo

5 comentários
Emagrecer sem parar de comer pode parecer um sonho, mas é possível, como mostrou o endocrinologista Alfredo Halpern no Bem Estar desta sexta-feira (12). Mas a regra vale apenas para alguns alimentos pouco calóricos, como por exemplo, a salada de folhas e tomate, a limonada e a gelatina diet.
Alguns vegetais, como o agrião e o pepino, além de terem poucas calorias, também são antioxidantes e ricos em vitaminas. O suco de tomate, preparado com sal e cheiro verde, é uma boa receita que pode substituir, por exemplo, o lanche da tarde.
Além desses, existem temperos que também estão liberados, como o alho, o vinagre, o orégano e o manjericão. Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, os temperos com gosto forte geralmente dão mais saciedade e podem ser consumidos à vontade.
Na hora de temperar as folhas, é preciso cuidado. Molhos industrializados devem ser evitados; no lugar, use molho de maracujá ou mostarda.
A dica da nutricionista Nádia Brito é preparar uma salada de alface, agrião, rúcula e tomate (normal ou cereja) e temperar com limão, uma colher de sopa de azeite e duas colheres de sopa de mostarda ou de suco de maracujá.
Outra receita é preparar um molho vinagrete com cebola, tomate e atum cru ou enlatado em água. Esse molho pode ser colocado dentro de uma alface americana ou de uma endívia. A alface americana também pode levar repolho refogado, tomate cereja e azeite para ficar mais saborosa.
Para acompanhar esses alimentos liberados, a dica são os carboidratos, que são fontes de energia essenciais para o corpo. A batata doce é um exemplo que pode ser uma boa opção para comer com a salada. Uma dica é cortá-la em rodelas e levá-la ao forno de microondas por cinco minutos; ela ficará seca, como uma batata chips.
Além desses, há também outros alimentos que, apesar de serem um pouco mais calóricos (duas colheres de sopa têm 36 calorias), também estão praticamente liberados. São eles: abóbora, abobrinha, alcachofra, berinjela, beterraba, brócolis, broto de feijão, cenoura, chuchu, cogumelo, couve-flor, ervilha torta, palmito, pimentão, quiabo, shimeji, shitake e vagem.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, na hora de beliscar, a dica é optar por cenoura e pepino cortados em tirinhas e temperados com pouco sal. Para preparar esses petiscos, a nutricionista recomenda colocar os alimentos em um pote com gelo e sal grosso.


domingo, 30 de setembro de 2012


Chips que podem ser implantados no corpo se tornarão populares em breve

GOSPELPRIME 29/09/2012 05h00
 
Cientistas da Universidade de Illinois, Estados Unidos, apresentaram esta semana dispositivos eletrônicos ultrafinos, que se dissolvem dentro do corpo humano. O material é biodegradável e pode desaparecer fisicamente após cumprir seu trabalho. Eles têm cobertura de seda, silício e óxido de magnésio.
A pesquisa que mostra sua composição e função está disponível na edição da revista “Science” desta semana.
“Nós nos referimos a esse tipo de tecnologia como eletrônicos transitórios”, explica John Rogers, professor de engenharia da Universidade de Illinois e líder do grupo multidisciplinar de pesquisa.
“Desde o início da indústria de eletrônicos, uma meta perseguida por quem trabalha com a concepção de produtos é construir dispositivos que durem para sempre, com uma performance completamente estável. Mas, se você pensar na possibilidade oposta, em plataformas pensadas para desaparecer fisicamente e de uma maneira programada, então existem muitas outras oportunidades para você”, encerrou.
O silício é a base da maioria dos chips e ele se dissolve na água, mas com o tamanho dos componentes na eletrônica convencional, o processo leva séculos. A opção dos pesquisadores foi usar folhas extremamente finas de silício, chamadas nanomembranas, capazes de se dissolver em dias ou semanas. Como a velocidade do derretimento é controlada pela seda, os pesquisadores alteram o modo como este material é dissolvido.
Em breve o dispositivo será produzido em larga escala e pode ser usado no monitoramento ambiental, retendo materiais biodegradáveis. Mas a principal função prevista é em implantes médicos. Ou seja, colocado sob a pela de uma pessoa para coletar informações sobre seu estado de saúde.